Peeling: porque renovar é preciso; e faz um bem danado para a autoestima!

Existem vários tipos de peeling, sendo que muitos deles só podem ser feitos em consultórios médicos especializados. Ou pelo menos deveriam ser… Para ajudar você a entender como esse procedimento funciona e o que ele pode fazer pela sua beleza, não perca os próximos parágrafos.

tipos-de-peeling

A palavra peeling vem do verbo em inglês to peel, que significa descamar. Os peelings desgastam a pele em níveis diferentes, fazendo com que ela seja regenerada e, portanto, apareça melhor do que estava.

Acontece uma destruição controlada de parte ou de toda epiderme, incluindo ou não a derme. Em seguida, ocorre uma esfoliação e remoção das lesões superficiais, além da formação de um novo tecido.

Além da reestruturação, há um estímulo à síntese de colágeno, a substância que dá firmeza à pele. Por esses motivos, os peelings são recomendados para tratamentos de rejuvenescimento, manchas, cicatrizes de acne e flacidez, entre outros problemas.

E os resultados deles dependem da profundidade da técnica utilizada (peeling químico, físico ou laser).

Peeling: entenda melhor seus tipos e efeitos

O peeling também é chamado de resurfacing superficial ou decapagem. Ele pode ser classificado da seguinte forma:

  • Peeling superficial – é feito com uso de ácidos (hialurônico, ácido glicólico de baixa concentração, compostos com tricloroacéticos, retinaldeídos, salicílicos etc.) e aparelhos.

Entre eles, o ultrassom estético, os jatos de cloridróxido de alumínio e as ponteiras especiais.

A ideia, como o nome sugere, é retirar a camada mais superficial da pele, causando discreta ou nenhuma descamação visível. Isto é, ele atua na camada córnea e favorece a produção de colágeno.

  • Peeling médio – destrói e esfolia a epiderme quase que totalmente, além da camada córnea, sendo indicado para amenizar rugas finas e médias, manchas mais superficiais; é capaz, ainda, de renovar a camada externa da pele e estimular a formação do colágeno.
  • Peeling profundo – é realizado com ácidos ou aparelhos específicos para esse procedimento. O peeling de fenol é um dos mais conhecidos, e bastante complexo – da preparação da pele ao procedimento em si.

Às vezes, é necessário sedar o paciente, pois ocorre uma ferida até parte da derme.

Quanto aos processos utilizados, os peelings podem ser:

  • Peeling físico – métodos físicos provocam a esfoliação e dermoabrasão da pele. O peeling de cristal, o peeling de diamante e microdermoabrasão são exemplos de peeling físico.
  • Peeling químico–por meio dele, ácidos agridem controladamente a pele e passam a descamá-la. Aqui são usados os ácidos hialurônico, glicólico e retinóico, entre outros.
  • Peeling biológico – consiste em aproveitar as enzimas de frutas e, geralmente, são mais superficiais. Porém, seu uso é questionável e ainda não conta com aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
  • Peeling com laser– recorre a aparelhos, no caso lasers de 1064nm como o da plataforma solon. Eles esquentam a pele de dentro para fora e favorecem a troca de células. Com um diferencial: sem descamar ou irritar a área.
  • Peeling vegetal- também chamado de gomagem, é um método vegetal e natural de descamar a pele. Mas tem desempenho limitado, ou seja, é superficial.

Como você viu hoje, os peelings fazem parte do arsenal de beleza para manter a pele saudável e jovial. É só escolher o seu, procurar um profissional capacitado e sentir literalmente na pele e na autoestima os efeitos renovadores que eles proporcionam.

Eu volto em breve com mais dicas, até lá!

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